"Desprende-se de mim esse gesto que se cumpre aos poucos.Feito tarde que se desprende da luz, assim, num processo de anoitecer, morrendo tarde, nascendo noite, vida mudando a roupa, cobrindo-se de crepúsculo e estrelas.
Desprende-se de mim esse gesto que se cumpre aos poucos.Forma serena de morrer vivendo,confundindo os verbos e seus tempos, assim, feito poema que se sacramenta na pele antes de se tornar palavra, alquimía que só os sofridos podem realizar..."
Texto do livro: TEMPO: saudades e esquecimento ( Pe. Fábio de Melo)
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
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